quarta-feira, 20 de março de 2013

A Nova Pintura do Castelo do Beto Carrero World


Após três meses de trabalho intenso, boa parte dele realizado nas alturas, a nova pintura-arte do Castelo das Nações, cartão postal do Beto Carrero World, está pronta. A equipe, comandada pelos artistas e gêmeos cariocas Anderson Pinheiro e Robert Pinheiro, trabalhou incansavelmente dia e noite e, nas palavras dos irmãos, “inspiração, cores e tintas ergueram um novo Castelo”.
Não é exagero dos artistas afirmarem que um novo castelo surgiu. A escolha, a distribuição e a mistura das cores causam um surpreendente efeito aos olhos. O castelo parece uma criatura viva, com cores flamejantes correndo por todas as direções, que pode ser avistada a quilômetros de distância. Uma belíssima conjunção entre pintura e arquitetura, entre cores e formas.
Segundo Anderson Pinheiro, não houve um caminho pré-estabelecido na execução da pintura e na escolha das cores. “Fomos guiados pela sensibilidade e a certa altura do trabalho foi como se o próprio castelo passasse a nos mostrar o caminho a seguir”.
A equipe formada para essa empreitada contou com 9 pintores e ajudantes que abraçaram o projeto com dedicação e responsabilidade e durante os três meses de execução da pintura não houve nenhum tipo de acidente de trabalho: “Para chegar às partes mais altas do castelo, nós usamos dois veículos com braços articulados e um guindaste de 40 metros de altura. Esse foi mais um desafio superado pela equipe que trabalhou com extremo profissionalismo”, relembra Robert Pinheiro.
O trabalho foi executado com pistolas italianas que possuem tecnologia HVLP (alto volume e baixa pressão) associadas a um revolucionário sistema de preparação de pintura desenvolvido pela 3M conhecido como PPS. A associação dessas duas tecnologias possibilitou economia de material e agilidade na execução. Foram consumidos 3.600 litros de tinta em mais de 30 gamas de cores e a pintura foi finalizada com um verniz perolizado especial que, quando exposto à luz do sol, atrai para si uma luminosidade mágica e encantadora, de tirar o fôlego.
“Foi um projeto gratificante que levou cada um da equipe a dar o seu melhor e viver uma experiência profissional inédita que conjugou arte e técnica, inspiração e trabalho, suor e tintas”, conta Anderson Pinheiro.
Crianças e adultos, homens e mulheres, turistas e moradores. Não há quem fique insensível à nova e encantadora pintura do Castelo. E nem poderia ser diferente: o Castelo das Nações tornou-se cartão postal da cidade e hoje, mais do que nunca, as curvas de suas cores flamejantes são parte da vida, sempre em movimento, do Beto Carrero World.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Poesia no asfalto e na alma

 


No último sábado, 5 de novembro, ocorreu a inauguração dos “Caminhos Efêmeros da Poesia” no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Os Gêmeos da Arte (Anderson e Robert Pinheiro) trabalharam com tinta em spray para a grafitagem dos versos e poemas da escritora Rita Alves em uma rua às margens do lago e em meio a raízes de árvores que irromperam no asfalto. As raízes rasgando o concreto, por si só já emanavam poesia: o paradoxo da relação homem-natureza, o embate de forças, a fúria e a placidez. Local perfeito para dar vida a uma nova arte ou a uma espécie de sinestesia artística: belíssima conjunção entre palavra e pintura. 

Para os Gêmeos da Arte o trabalho foi intenso, mas gratificante. Todos os envolvidos não apenas se dedicaram intensamente ao projeto como também assumiram o papel de carinhosos anfitriões dos dois artistas cariocas no mais importante parque da América Latina. Até os patos do lago participaram, diverte-se Anderson: “De repente, víamos um pato correndo em direção ao lago, levando no bico uma letra sorrateiramente 'roubada' de um verso montado no asfalto. Demos muita risada por conta disso”.

De acordo com Robert, “do ponto de vista técnico e artístico o trabalho foi simples; a logística já foi mais complexa, pois exigiu cálculos e sensibilidade para que conseguíssemos executar todo o trabalho em uma extensão de 600 metros de asfalto, em apenas dois dias."
Para cumprir o prazo, Anderson e Robert desenharam e recortaram cerca de 600 moldes de letras em papel especial, resistente a umidade e ao vento. Eles confeccionaram o maior número possível de letras, maiúsculas e minúsculas, além de sinais de acentuação e pontuação a fim de montar e grafitar simultaneamente vários versos. "Muita gente achou que as letras haviam sido cortadas a laser, mas foi tudo feito a mão, uma a uma", conta Anderson. 
Alguns cortes e calos nas mãos dos Gêmeos da Arte confirmam o minucioso trabalho e até trazem em si alguma poesia: a arte que deixa marcas também na pele do próprio artista.


sábado, 15 de outubro de 2011

Caminhos Efêmeros da Poesia

Nos dias 3 e 4 de novembro os Gêmeos da Arte, Anderson e Robert Pinheiro, estarão no Parque do Ibirapuera trabalhando na primeira ação da série "Caminhos Efêmeros da Poesia". Tratam-se de poemas e versos de autoria da escritora Rita Alves grafitados/pintados pelos Gêmeos da Arte no asfalto às margens do Lago 2, próximo à Praça da Paz. Serão 600 metros de poesia e arte. Confira matérias publicadas.

Jornal da Tarde, 12 out 2011

Diário Oficial, 26 out 2011


A inaguração do "caminho" será no sábado, dia 5, às 18h e contará com leituras de poemas e apresentações musicais. Em breve os Gêmeos da Arte postarão fotos da execução do trabalho.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Matéria sobre museu com paleoesculturas e paleoarte de Anderson Pinheiro

Matéria para TV sobre exposição que reconstrói o Período Cretáceo (era mezosóica) com dioramas compostos por peças de Anderson Pinheiro (Gêmeos da Arte); são pinturas, paleoartes e paleoesculturas incluindo 35 réplicas cientificamente embasadas pela Sociedade Brasileira de Paleontologia.


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Gêmeos da Arte - Breve Biografia

Os gêmeos da arte, na verdade, nasceram trigêmeos univitelinos (idênticos) na comunidade de Parada de Lucas, no Rio de Janeiro, em 1971: Anderson, Robert e Robson. Desde de muito cedo o talento de Anderson e Robert chamou a atenção dos pais, professores e comunidade. Nasceram para a arte e nunca fizeram outra coisa. Artistas autodidatas, multifuncionais, apaixonados. Para eles, a arte não tem limites.
Pintura a óleo, aquarela, afrescos, esculturas, ilustração, aerografia, paleoescultura, paleoarte, grafite, pintura-arte, cenografia, modelagem de máscaras, arte final de figurinos, maquetes. Para eles a arte não tem forma definida. Museus, galerias, ruas, parques temáticos, telenovelas, minisséries, publicidade, teatro, cinema, desfiles de moda, shows, parede ou papel. Para eles a arte não tem lugar certo.

domingo, 20 de junho de 2010

Arte de Anderson Pinheiro na Scientific American

Matéria sobre o período cretáceo do Maranhão com imagens de peças de Anderson Pinheiro (Gêmeos da Arte) expostas no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão.