"Trigêmeos de Lucas passam bem". Esse era o título de uma das matéria publicadas em um jornal carioca noticiando o nascimento de Anderson, Robert e Robson, trigêmeos univitelinos (idênticos). Foi um nascimento que entrou para a história da medicina. A literatura médica descreve que esse tipo de fecundação ocorre na proporção de uma a cada 200 milhões. O mais curioso é que, no caso de Anderson, Robert e Robson os médicos não desconfiavam de nada. A medicina não contava com os avanços de hoje, não havia ultrassom e o coração dos três batiam sincronizados, como se fossem um só. Foi uma surpresa e tanto para a equipe médica e para os pais, Merval e Rosa, que já tinham um filho.
E os Gêmeos da Arte só não se tornaram os "Trigêmeos da Arte" porque Robson trilhou outros caminhos, mas a forte sintonia entre os três permanece até hoje. Abaixo, matéria na íntegra.
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| Matéria publicada em janeiro de 1971 no Jornal Correio do Brasil. |