quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Matéria sobre museu com paleoesculturas e paleoarte de Anderson Pinheiro

Matéria para TV sobre exposição que reconstrói o Período Cretáceo (era mezosóica) com dioramas compostos por peças de Anderson Pinheiro (Gêmeos da Arte); são pinturas, paleoartes e paleoesculturas incluindo 35 réplicas cientificamente embasadas pela Sociedade Brasileira de Paleontologia.


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Gêmeos da Arte - Breve Biografia

Os gêmeos da arte, na verdade, nasceram trigêmeos univitelinos (idênticos) na comunidade de Parada de Lucas, no Rio de Janeiro, em 1971: Anderson, Robert e Robson. Desde de muito cedo o talento de Anderson e Robert chamou a atenção dos pais, professores e comunidade. Nasceram para a arte e nunca fizeram outra coisa. Artistas autodidatas, multifuncionais, apaixonados. Para eles, a arte não tem limites.
Pintura a óleo, aquarela, afrescos, esculturas, ilustração, aerografia, paleoescultura, paleoarte, grafite, pintura-arte, cenografia, modelagem de máscaras, arte final de figurinos, maquetes. Para eles a arte não tem forma definida. Museus, galerias, ruas, parques temáticos, telenovelas, minisséries, publicidade, teatro, cinema, desfiles de moda, shows, parede ou papel. Para eles a arte não tem lugar certo.

domingo, 20 de junho de 2010

Arte de Anderson Pinheiro na Scientific American

Matéria sobre o período cretáceo do Maranhão com imagens de peças de Anderson Pinheiro (Gêmeos da Arte) expostas no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão.


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O começo de uma história. Ou melhor, de três.

"Trigêmeos de Lucas passam bem". Esse era o título de uma das matéria publicadas em um jornal carioca noticiando o nascimento de Anderson, Robert e Robson, trigêmeos univitelinos (idênticos). Foi um nascimento que entrou para a história da medicina. A literatura médica descreve que esse tipo de fecundação ocorre na proporção de uma a cada 200 milhões. O mais curioso é que, no caso de Anderson, Robert e Robson os médicos não desconfiavam de nada. A medicina não contava com os avanços de hoje, não havia ultrassom e o coração dos três batiam sincronizados, como se fossem um só. Foi uma surpresa e tanto para a equipe médica e para os pais, Merval e Rosa, que já tinham um filho.
E os Gêmeos da Arte só não se tornaram os "Trigêmeos da Arte" porque Robson trilhou outros caminhos, mas a forte sintonia entre os três permanece até hoje. Abaixo, matéria na íntegra.

Matéria publicada em janeiro de 1971 no Jornal Correio do Brasil.